Meu primeiro livro: Caboclos, Poetas e Zumbi

Não é todo dia que publico um livro, e aqui está: “Caboclos, Poetas e Zumbi – poesias soteropolitanas” já está disponível para ser baixado em PDF, Epub e na Amazon (para vocês que tem Kindle. (Em breve teremos a versão imprensa para vocês desfrutar meus queridos poemas em tinta e papel).

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Caboclos, Poetas e Zumbi: poesias soteropolitanas”

“Caboclos, Poetas e Zumbi: poesias soteropolitanas” coleta o que há de mais poético em Salvador, mais especificamente, a poesia e os momentos poéticos entre a Praça do Campo Grande, a Praça Castro Alves e o Pelourinho – lugares icônicos da capital baiana; os poemas trazem histórias, causos, sonhos e misticismos que imaginam diferentes Salvadores e soteropolitanos, que são, ao mesmo tempo, moldados e moldam a Cidade da Baía de Todos os Santos. 

As poesias soteropolitanas do livro são inspiradas em três lugares icônicos da cidade de Salvador: o Caboclo, no Campo Grande, a estátua de Castro Alves, na Praça Castro Alves, e a estátua de Zumbi dos Palmares, no Pelourinho; múltiplas histórias e personagens, a própria cidade sendo uma delas, são mobilizados para contarem poesias soteropolitanas. Morar no Rio Vermelho (boêmio e poético por natureza) há quatro anos me proporcionou um olhar mais poético sobre a cidade e sobre suas experiências vividas nos ambientes soteropolitanos, em especial no roteiro Praça do Campo Grande, Praça Castro Alves e Praça da Sé/Pelourinho: lugares que cheiram a poesia soteropolitana.

Ficha Técnica 

Editora: Publicação própria

Autor: Moisés Costa Pinto

Produção Executiva: Laíse Castro

Capa, ilustrações e projeto gráfico: Tuíris de Azevedo

Fotografia: Amanda Penna

Prefácio: Wesley Correia

Assessoria de imprensa: Dayanne Pereira (Conectada Comunicação Integrada)

Publico capítulo em livro em parceria com membros do GJOL

O ano de 2022 começou com mais uma publicação internacional de membros do GJOL. Suzana Barbosa, Mariana Almeida, Lívia Vieira e Moisés Costa (eu!) assinam artigo publicado no livro “Total Journalism: Models, Techniques and Challenges” (Springer Nature) produzido pelo Grupo Novos Medios da Universidade de Santiago de Compostela e editado pelos pesquisadores espanhóes Jorge Vázquez-Herrero, Alba Silva Rodríguez, Cruz Negreira, Carlos Toural e Xosé Lopes.

O capítulo é intitulado “Professional profile of the contemporary digital journalist” (Perfil profissional do jornalista digital contemporâneo) e pode ser encontrado no link da publicação disponibilizado pela  Springer: https://lnkd.in/d6PB7SK5 ou Web de Novos Medios: https://lnkd.in/dEwnuh8X

Centros de Comando e Controle Urbanos (CCCU) nas cidades

Artigo: “Centros de Comando e Controle Urbanos (CCCU): Sistemas Operacionais Urbanos, Smartsurveillance e Tecnologias Infocomunicacionais”

Centro de Comando e Controle Urbano da prefeitura de Salvador.
Noa Salvador: exemplo de Centro de Comando e Controle Urbano

Neste artigo propomos investigar os Centros de Comando e Controle Urbanos (CCCU), novas ferramentas para gestões urbanas baseadas em tecnologias infocomunicacionais. Partimos da conceituação do que seriam os CCCU e, em seguida, analisamos alguns dos seus impactos sobre as cidades, como a criação de sistemas operacionais urbanos (SOU), análises preditivas sobre camadas urbanas e o surgimento de smartsurveillances dos atores urbanos – três aspectos que dependem dos dados coletados pelas tecnologias infocomunicacionais (como sensores, hardwares tecnológicos,aplicativos, softwares de coleta, armazenamento, processamento e análise de dados etc.) instaladas nos CCCU. Nossa conclusão é de que Centros de Comando e Controle Urbanos podem contribuir para amplificar a noção de Estado-rede, e produzir novas camadas de controle sobre espaços e corpos urbanos.

Palavras-chave: Centros de Comando e Controle Urbanos, Sistemas Operacionais Urbanos, Tecnologias Infocomunicacionais, Smartsurveillances, Cibercultura.

https://moises.co/wp-content/uploads/2020/08/Centros-de-Comando-e-Controle-Urbanos-_CCCU_moises-costa-pinto.pdf

Palestra sobre Algoritmos na Campus Party Digital Edition

Então, “vou” pra mais uma @campuspartybra (acho que a 7ª?!)… e dessa vez como palestrante! Falarei sobre algoritmos e como medeiam nossa vida!

A Campus Party é um do eventos mais nerds do Brasil, e um lugar onde, desde 2012, tive experiências incríveis, seja dormindo em sofás, nas barracas ou não dormindo para poder acompanhar o que rolava em 24h de evento. Parafraseando Cumpadi Washigton, “eu gostuuu munchooo”! Tô empolgado? Imagina.

😀

A palestra será no dia 09/07, às 21h. Clique aqui para assistir.

Relatório Reuters Digital News 2020 aponta crescimento de pagantes por notícias online no Brasil

O Digital News Report 2020, do prestigiado Reuters Institute for the Study of Journalism, apontou um crescimento de 5% entre aqueles que pagam para acessar notícias online no Brasil, que agora atingem 27% da população.

O relatório também mostra um amadurecimento do consumo de notícias em aparelhos móveis (celulares) e em redes sociais, que, pela primeira vez, ultrapassaram a Televisão no consumo de notícias, 67% contra 66%.

Outros dados interessantes do relatório sobre o consumo de notícias no Brasil:

– O Grupo Globo, com a TV Globo (56% do mercado offline) e o G1 (detendo 51% do mercado online), domina o o consumo de notícias no país.

A internet (incluso redes sociais) é a maior fonte de notícias para a população, com alcance de 87%.

– Pela primeira vez, desde que o relatório é divulgado, as redes sociais aparecem a frente de canais de televisão no consumo de notícias, com 67% e 66%, respectivamente.

– Acompanhando tendência dos relatórios anteriores, o consumo de notícias online por computadores continua despencando, agora, com 43%, enquanto o consumo por celulares estabilizou em 76% – sendo este o principal meio de consumo de notícias.

– No cenário de pandemia de COVI-19, a confiança em veículos de comunicação subiu 3% em relação ao relatório anterior, alcançando 51%.

– A confiança em notícias online a partir de buscas na internet é de 53%.

– Já a confiança em notícias online encontradas em redes sociais é de apenas 38%.

O Facebook (54%), seguido por Whatsapp (48%) e Youtube (45%), são as principais ferramentas de consumo de notícias online para a maioria da população.

‘A Partir de Agora’: um podcast pra chamar de meu

Quem me conhece sabe o quanto gosto de rádio e podcast. Já em 2010 era o maluco do antigo Podcast One, site de hospedagem de podcast que marcou época. Há alguns anos, desejo voltar a fazer o meu próprio podcast. Repare, só nesse parágrafo usei cinco vezes a palavra “podcast” – essa é a sexta! É, não sai da minha mente. E por isso, sem mais delongas, lanço hoje o “A Partir de Agora“!

‘A Partir de Agora’ contarei estórias e histórias com ajuda deste podcast. É uma aventura gestada há meses… minto, há anos. Sonho com ele há muito tempo, desde que deixei a faculdade: um espaço onde possa organizar as ideias e encaminhá-las ao mundo – é para isso que servem, afinal!

Contudo, todavia, porém, não obstante, ainda não sei qual rumo esse programa irá tomar – quero me aventurar em formatos, temas e conversas, mas sempre com um pé na contemporaneidade, ou, em outras palavras, no ‘que tá acontecendo no rolê’! O que espero mesmo é seguir este sentimento de fazer e seguir fazendo.

Vamos lá!

O tema desse primeiro episódio é “como podemos superar o isolamento social”. O programa tem dicas de um psicólogo, Jarbas Cersosino Jr (@pensandocomjarbas), uma nutricionista, Leilane Calixto (@nutrileilanecalixto), e um preparador físico, Felipe Chokito @chokito_felipe), sobre o que fazer ao longo da quarentena.

Agora preciso de você: ouça, compartilhe e mande suas críticas e sugestões! Isso vale muito.

O (bom) jornalismo não perdoa ninguém

O papa é pop e o jornalismo não perdoa ninguém” – já dizia aquela bandinha famosa nos idos anos 1980/90… ou quase isso.

Foi-se o tempo em que estudantes secundaristas – apaixonados – sonhavam em entrar nas faculdades de jornalismo Brasil afora por causa do “glamour” da profissão na telinha! “Plim plim!” Me recordo, como ontem, que ao entrar na Faculdade de Comunicação da Ufba (um dos lugares que mais amo na vida) muitos parentes, amigos e conhecidos me abordaram, em momentos diferentes mas em sintonia, com a seguinte frase: “e ai, quando vai trabalhar na Globo?! Quando vou te ver no jornal?!”.

Assustado, a pergunta me lançava ao lugar comum do que deveria ser o jornalista, e, além de estranha, não caia bem aos meus ouvidos e muito menos encontrava eco em meus neurônios juvenis. Resultado: eu bugava!

A tela azul do Windows aparecia.

Pois, devo esclarecer, não foi Willian Bonner, todo engomadinho na minha TV, o motivo pelo qual desejei fazer jornalismo. Para ser franco, no momento que entrei na Facom, nem eu mesmo sabia direito o que estava fazendo ali – aliás, como quase todo jovem no começo da faculdade: era um lugar estranho, com gente esquisita e que lia Adorno, McLuhan, Mafessoli, Tom Wolf, Capote, Traquina, Bourdieu etc. E, assim como quase todo jovem na faculdade – pelo menos os que conheci-, só fui descobrir o que estava fazendo ali já quase no meio do curso. Antes tarde que nunca, mas descobri.

Descobri uma cachaça pior que a original água ardente: a informação de qualidade, com pitadas de pensamento complexo.

O bom jornalismo vestido de palhaço mata oito

Fazer um jornalismo de qualidade é muito fácil, ao contrário do que muitos dizem: ele requer honestidade, curiosidade e apuração. Com essas três ferramentas na mão é possível lapidar um diamante bruto em uma baita reportagem.

Dito isso, para fazer um bom jornalismo será sempre difícil: ninguém quer que informações sensíveis sejam divulgadas ou que alguns nomes sejam comprometidos pelo brilho irradiado do bom jornalismo. E quando isso acontece, quando o jornalismo mata 8 em roupa de palhaço, os jornalistas são acusados de “politicagem”. De repente, o jornalismo não é mais jornalismo: se divulga algo comprometedor, mesmo com interesse público, é logo taxado de partidário ou de “propagador de fake news”. Aff!

Lamento dizer, mas, o papel do jornalismo não é agradar as pessoas, nem mesmo ao leitor. O papel do jornalismo é oferecer a verdade em uma bandeja de prata à sociedade. Por isso, o jornalismo é um cão de guarda: ele pode morder até mesmo seu cuidador! E, precisamos defender que continue assim. Uma democracia não sobrevive sem um jornalismo mordedor, implacável e independente. Quando alguém acusa o jornalismo de querer o mal (ou coisa pior), desconfie. Certamente essa pessoa é alvo fácil do nosso anão vestido de palhaço.

ps: Dancemos!